Fotossíntese C4 sob estresse térmico
Taxa fotossintética líquida em função da temperatura foliar
O RADAN escuta o áudio da mesa de som, corrige a terminologia da área e coloca a legenda traduzida sobre a apresentação.
PT-BR A fotossíntese C4 reduz a fotorrespiração em ambientes de alta temperatura.
Interpretação simultânea não escala em congresso com muitas salas: cada idioma pede uma cabine, e cada participante pede um receptor.
O áudio já mixado entra direto no sistema. Nada muda no equipamento da casa nem no roteiro de quem vai falar.
Nome de espécie, sigla e autor passam por um dicionário montado com a comissão científica antes do evento.
A legenda vai ao telão inteiro e ao celular de quem preferir ler no próprio idioma. Ninguém precisa pegar equipamento emprestado.
Três perguntas que toda comissão faz antes de fechar. As respostas são estas, sem asterisco.
O RADAN escuta uma cópia do som que já está indo para as caixas. Ele não entra no meio do caminho: o áudio da sala continua sendo o áudio da sala. O palestrante não muda nada — mesmo microfone, mesmo roteiro, mesmo tempo de fala.
A legenda entra no rodapé do telão, sobre o slide, sem tapar o conteúdo. Quem prefere ler no próprio idioma abre um QR code e recebe a mesma frase no celular. A frase aparece fechada — não se reescreve na frente do público depois de exibida.
A legenda é uma camada separada: não passa pelo som nem pelo projetor. Se a conexão cair, a legenda para — o palestrante continua, o som continua, o slide continua. O sistema reconecta sozinho, e tem um operador na sala durante toda a programação justamente para isso.
a linha cinza é o som da casa — ela não passa pelo RADAN
A mesma legenda chega em todas ao mesmo tempo. O participante escolhe onde ler e em que idioma.
Entra sobre a apresentação sem tapar o slide. Quem projeta por OBS recebe como camada pronta.
Um QR code na entrada abre a legenda no navegador. Cada pessoa escolhe o idioma, sem instalar nada.
Fala original, versão corrigida e cada tradução ficam registradas. Serve para anais e acessibilidade.
telão e celular recebem pelo mesmo canal
Reconhecimento genérico troca o termo técnico pela palavra comum mais parecida — e palavra comum passa despercebida por qualquer corretor. Estes casos são reais, tirados do dicionário do congresso.
O dicionário do XX CBFV tem mais de 400 correções de fala, e o glossário trava cerca de 150 termos com direção por idioma, para "plant" não voltar como "vegetal". Cada evento ganha o seu, montado com a comissão científica antes de começar.
"defensivos no cinema"
foi para a tela"defensivos no xilema"
"Cinema" é uma palavra real do português. Trocá-la por "xilema" sempre que aparecer quebraria a legenda no dia em que alguém falasse de cinema de verdade — por isso a correção é ancorada na frase inteira.
"arrubisco"
foi para a tela"Rubisco"
A enzima mais abundante do planeta chega ao microfone de quatro jeitos diferentes. Todos apontam para a mesma grafia — e com a maiúscula certa.
"c quatro"
foi para a tela"C4"
O reconhecedor escreve número por extenso quando a fala é rápida. Na tela, a via fotossintética precisa aparecer como o congresso a escreve.
"jiberelina"
foi para a tela"giberelina"
Hormônio vegetal escrito como se ouve. Sem a correção, a tradução carrega o erro adiante e o termo deixa de existir no idioma de destino.
Idioma configurado e desligado não custa nada. Dá para ligar um a mais no meio da programação, se aparecer um convidado de última hora.
Os três destacados já vêm ligados. Quando o palestrante fala o mesmo idioma da legenda, o sistema não traduz — passa a frase direto.
Juazeiro e Petrolina, 17 a 22 de agosto de 2026. Abertura em inglês e dois auditórios rodando ao mesmo tempo.
Estes números foram medidos, não estimados: saíram dos registros das duas salas e das faturas das APIs. Quase um quinto do congresso foi falado em inglês — e é por isso que a legenda precisou funcionar nos dois sentidos.
Diga a data, o número de salas simultâneas e os idiomas. Respondo com o valor fechado em até 24 horas — sem cobrança por participante.